E não é que vou onde me leva o coração??
“Associação diz que Estado pouco fez para travar lares ilegais”
“A associação que representa os lares de idosos diz que o Governo demora a aplicar a decisão de multar mais quem não cumpre as regras, queixando-se ainda da falta de fiscalização”
Não me assistem pruridos de espécie alguma ,em reconhecer inabilidade à segurança social, sendo que a generalidade das técnicas são impreparadas em todos os aspectos, não revelando qualquer resquício de diligência, roçando até , em muitos casos as franjinhas frágeis da ignomínia. Visitam lares ilegais, dão ordem de encerramento e quais fadas imbuídas de bonomia concedem aos infractores uns mesinhos para que resolvam a situação. E não é que os donos dos lares ilegais, recorrendo a artimanhas circenses, “arrastam” aquelas alminhas, coniventes por imposição, porque há muito tempo lhes foi arrancada a vontade a ferros, para outro local qualquer? Até serem descobertos novamente por técnicas com um faro inexcedível...e lá recomeça tudo de novo...os donos destes lares deviam ter o cognome de caracóis e caracoletas, tal a capacidade intrínseca de carregar com a casinha ás costas…
Eu não posso fazer nada, é um facto, a não ser exorcizar a minha indignação através das palavras, mas será que os doutos senhores, que ocupam cargos de excelência não têm a capacidade para tomar as decisões mais correctas que visem os interesses maiores de quem realmente sofre?
Mas afinal a que se deve a morosidade na resolução de determinados problemas?
È porque não se trata de mobília ,que normalmente se transporta ao mudar de casa….são pessoas!!!
Considero inadmissível a cegueira em que vivem as pessoas que têm poder para actuar, por opção, por comodismo, eventualmente por condicionantes exteriores, não sei. Nem me interessa, confesso. Sei que estão num patamar bastante confortável no que concerne á tomada de decisões e ainda assim ,preferem ocultar o que realmente é importante e pontualmente travarem batalhas contra os que não têm capacidade de defesa por estarem fragilizados.
Hoje a susceptibilidade aconchegou-se nas secrecções intersticiais do meu peito e ficou por aqui ainda que, sem o meu consentimento. Preferia vestir uma couraça ao coração para que deixasse de lacrimejar…mas acabo sempre por ceder e beber as suas lágrimas.
Afinal este coração é meu e amo-o incondicionalmente, sem ele não valho nada.
Carmo Bernardo
“A associação que representa os lares de idosos diz que o Governo demora a aplicar a decisão de multar mais quem não cumpre as regras, queixando-se ainda da falta de fiscalização”
Não me assistem pruridos de espécie alguma ,em reconhecer inabilidade à segurança social, sendo que a generalidade das técnicas são impreparadas em todos os aspectos, não revelando qualquer resquício de diligência, roçando até , em muitos casos as franjinhas frágeis da ignomínia. Visitam lares ilegais, dão ordem de encerramento e quais fadas imbuídas de bonomia concedem aos infractores uns mesinhos para que resolvam a situação. E não é que os donos dos lares ilegais, recorrendo a artimanhas circenses, “arrastam” aquelas alminhas, coniventes por imposição, porque há muito tempo lhes foi arrancada a vontade a ferros, para outro local qualquer? Até serem descobertos novamente por técnicas com um faro inexcedível...e lá recomeça tudo de novo...os donos destes lares deviam ter o cognome de caracóis e caracoletas, tal a capacidade intrínseca de carregar com a casinha ás costas…
Eu não posso fazer nada, é um facto, a não ser exorcizar a minha indignação através das palavras, mas será que os doutos senhores, que ocupam cargos de excelência não têm a capacidade para tomar as decisões mais correctas que visem os interesses maiores de quem realmente sofre?
Mas afinal a que se deve a morosidade na resolução de determinados problemas?
È porque não se trata de mobília ,que normalmente se transporta ao mudar de casa….são pessoas!!!
Considero inadmissível a cegueira em que vivem as pessoas que têm poder para actuar, por opção, por comodismo, eventualmente por condicionantes exteriores, não sei. Nem me interessa, confesso. Sei que estão num patamar bastante confortável no que concerne á tomada de decisões e ainda assim ,preferem ocultar o que realmente é importante e pontualmente travarem batalhas contra os que não têm capacidade de defesa por estarem fragilizados.
Hoje a susceptibilidade aconchegou-se nas secrecções intersticiais do meu peito e ficou por aqui ainda que, sem o meu consentimento. Preferia vestir uma couraça ao coração para que deixasse de lacrimejar…mas acabo sempre por ceder e beber as suas lágrimas.
Afinal este coração é meu e amo-o incondicionalmente, sem ele não valho nada.
Carmo Bernardo

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