Se há coisa que o meu trabalho permite, e conhecer gente de todo o mundo, pessoas diferentes umas das outras, com quem tenho conversas interessantes, sob o meu ponto de vista, obviamente.Gosto de conversar.Se houvesse um emprego de "conversadora", seria certamente o mais indicado para mim.
Um destes dias conheci um sujeito espanhol, Luis Miguel. Bem parecido, extremamente conversador, bom ouvinte e muito inteligente, percebi depois no decorrer da conversa. Abordava vários temas com conhecimento de causa e contestava algumas ideias minhas com um saudável poder de argumentação.
As tantas a conversa incidiu nas redes sociais.
Disse-me-Carmo nao tenho facebook. Ja tive, mas fartei-me depressa de toda aquela dinâmica facciosa. Uma feira de vaidades sob todos os aspectos.Todos tem opiniao, todos sao lindos , bons educadores, bons amigos, bons chefes de familia e bla bla. Mas na realidade tudo nao passa de uma peça pobre de teatro com intervenientes duvidosos.Porque nada corresponde a realidade.
Conheço colegas, casados com mulheres que gostam e confiam neles, que as escondidas, la no trabalho, andam a cuscar mulheres e a por gostos e comentam uns com os outros essas "traiçoezinhas" e divertem-se muito.
Conheço pessoas, que quando chegam a casa, esperam que as mulheres adormeçam para viajarem para o mundo das interminaveis mulheres alheias, quanto a eles exlibris da perfeiçao, com a ajuda do fotoshop, claro.Mas sao tao estupidos que nao percebem que aquilo nao e real, pelo menos na integra.
E o Luis Miguel, la foi argumentando e justificando o porque de nao querer facebook.
Eu disse-lhe, que em parte concordava com ele, no entanto cabia-nos a nos fazer a destrinça do que e ou nao importante.
.Para mim, Luis
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
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